31 de out de 2011

sadomasoquismo



"Sadomasoquismo refere-se a relações entre tendências diferentes entre pessoas buscando prazer sexual. O termo sadomasoquismo seria a relação entre tendências opostas, o sadismo e masoquismo.
O sadismo é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em impor o sofrimento físico e moral a outra pessoa. O masoquismo é a tendência oposta ao sadismo, é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em receber o sofrimento físico e moral de outra pessoa." (Wikipédia)


O quanto nos familiarizamos com um leve sadomasoquismo? Quem nunca sofreu por alguém e mesmo assim continuou naquele caminho? Seria aquilo amor de verdade ou alguma vontade interna de se punir?  


Para os praticantes do Sadomasoquismo, as linhas que dividem a dor e o prazer são muito tênues. Diversos casais procuram opções diferentes do senso comum e acabam por escolher pela flagelação em troca de satisfação sexual. Roupas de couro, ambiente noturno, chicotes. Vale tudo. Vamos tentar desvendar os segredos que cercam os aficionados por sadomasoquismo.
Primeiro é bom deixar claro que a dor provocada por sessões de sadomasoquismo são de nível baixo, quase nulo. Em geral, a humilhação verbal ou até mesmo a amarração - chamada de Bondage ou BDSM, um tipo específico de Sadomasoquismo - são mais procurados pelos amantes da dor que proporciona prazer.
     
As regras do sadomasoquismo são claras. O dominador(a) comanda as sessões e impõe respeito através de chicotadas e agressões verbais. A ideia é elevar o nível do parceiro(a) ao mesmo patamar do dominador(a) através desses atos. O papel do dominado(a) é exatamente o oposto: ser submisso e aceitar todas as ordens de forma passiva, sem questionamentos. Às vezes rolam uns tapinhas, claro.
Shibari, bondage, spanking, facesitting, asfixia erótica, afogamento e inversão são só alguns dos termos e situações que os fãs de sadomasoquismo mais gostam de usar em suas práticas sexuais. Mas se para você, todos esses nomes mais parecem sessões de tortura e não parecem oferecer prazer, saiba que não é bem por aí e, quem sabe, está na hora de rever os seus conceitos.

O sadomasoquismo é uma prática que tem vocabulário próprio e seus praticantes fazem questão de se diferenciar do restante das pessoas, usando os termos e acessórios exclusivos dessa modalidade sexual, abusando do poder, da sensualidade, da submissão e, às vezes, até mesmo da força.
Com roupas de couro e produtos eróticos, que variam entre espartilhos, chicotes, algemas, vendas e coleiras, os sados, como carinhosamente são chamados, explicam que o sadomasoquismo não é apenas violência na hora do sexo ou das preliminares, mas uma questão de privação dos sentidos para estimular outros.
Por exemplo, fazer uso de uma venda nos olhos na hora da relação sexual, que, à primeira vista pode causar um pouco de medo, certamente redobrará o prazer do toque, com a surpresa causada por carinhos e afagos inesperados.
Entre as práticas mais comuns do sadomasoquismo estão:
Shibari ou bondage: são duas técnicas de amarração com o maior número de amantes dentro do sadomasoquismo. O objetivo é imobilizar o parceiro, para que ele seja dominado. O shibari deixa a marca das cordas pelo corpo. Já o bondage apenas impede que o parceiro se movimente, facilitando ainda mais sua dominação.
Bukkake: é a prática extrema de dominação e submissão, onde a mulher fica amarrada de joelhos enquanto o seu parceiro (ou os parceiros) ejacula em seu rosto.
Spaking: é o ato de bater, tanto com as mãos, chicote, vara, chinelo ou palmatória, durante a relação sexual, mas sempre com o consentimento de quem irá “apanhar”.
Se você pretende apimentar a sua relação, lembre-se que é imprescindível a conscientização do seu parceiro, pois as sessões de sadomasoquismo exigem certa formalização do ambiente, com o uso de figurinos e acessórios ideais para a prática. E, se apenas um dos dois ficar mais entusiasmado com a novidade, um grande desentendimento pode acabar acontecendo, causando uma enorme fissura na vida sexual do casal.
Por isso, vale lembrar que é possível praticar o sadomasoquismo de uma maneira mais leve, aumentando ainda mais o prazer do momento, apenas com o uso de acessórios não tão extremos, como o chicote ou algema.
Investir em roupas ou lingeries sensuais ou em um simples par de salto alto, também pode mexer com o imaginário masculino, proporcionando uma deliciosa noite de tesão e prazer aos dois.
O que vale, portanto, é levar em consideração a intenção do casal. E quando um ou outro não concordar, existem duas opções: ou alguém cede para atendar as vontades do outro ou cada um segue seu caminho, buscando novas experiências. Afinal, nada pode ser pior para esfriar uma relação do que a falta de interesses em comum.

Com essa tribo, um tapinha nunca dói. E se dói, dá prazer.
Postado por: Predador
 

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