15 de ago. de 2011
14 de ago. de 2011
A SENSUALIDADE E A MALÍCIA DE CADA SIGNO
Esse é o guia da parceria sexual ideal. A Astrologia vem nos socorrer nesse campo tão importante. Aproveitem e aprendam um pouco mais sobre a malícia e a sexualidade de cada signo.
Lembrem-se: Como qualquer atividade fisiológica, deve ser praticada de modo saudável, adequado e com segurança. Quem ama, usa camisinha!
ÁRIES - 21/03 a 20/04
Áries tem na impulsividade sua marca registrada. E, se caso é de amor, esse jeito expansivo e impetuoso fica ainda mais evidente. Regido por Marte, cultiva o gosto pela conquista e prefere batalhar alguém bem difícil, com fama de inatingível, a alimentar transas mornas ou pouco vibrantes. Adora seduzir e se sentir desejado e busca sempre relações calorosas, intensas e apaixonantes. Quem se envolve com um ariano tem que estar preparado para manter aquela chama eternamente acesa, pois o ariano odeia a rotina. Mas cuidado: o que lhe sobra em tesão e vitalidade, falta em perseverança e no cultivo de um amor mais calmo e duradouro. Se quiser melhorar e dar ao coração um pouco de paz, ele precisa amadurecer, ter mais paciência e descobrir as maravilhas do amor a longo prazo.
ATRAÇÃO FATAL: pelos nativos de Libra, parceiros ideais para ensinar, sem maiores traumas, as difíceis lições que o ariano tanto precisa entender.
CONTATOS QUENTES: com Leão e Sagitário. Mas pode sofrer nas mãos deles e pagar alguns pecados. Com Gêmeos e Aquário. papos-cabeça e ombros amigos. Talvez arranje bons amantes e felizes encontros furtivos com Virgem e Capricórnio.
PASSE LONGE: dos nhenhenhéns de Câncer e Escorpião. De Peixes, não espere nada além de um inferno astral.
Será por que somos curiosos?
Na Idade Média, as pessoas faziam armadilhas para matar gatos porque acreditavam que os bichanos, principalmente os pretos, davam azar.
Curiosos, os animais aproximavam-se das armadilhas e, quando mexiam no dispositivo, este era acionado e eles morriam. Foi daí que surgiu aquele ditado, “A curiosidade matou o gato”, significando que a curiosidade pode ter consequências desastrosas.
O bem e o mal
Mas nem sempre a curiosidade – que existe em quase todas as espécies animais – é prejudicial. É graças a ela que os seres humanos fazem
suas descobertas. Por exemplo, se não fosse a curiosidade dos navegadores portugueses, o Brasil não teria sido descoberto. A aviação, as viagens
espaciais, os antibióticos, enfim, tudo o que o Homem descobriu ou inventou deve-se à curiosidade, um instinto natural e, em princípio, benéfico.
Chamam-se também de “curiosidades” certos fatos pitorescos e fora do comum. Por exemplo, é curioso saber que, em um único segundo, o Sol
libera mais energia do que toda aquela que a humanidade consumiu desde que surgiu sobre a Terra até hoje.
Curiosidade mórbida
Existem limites para a curiosidade, estabelecidos pela ética social. Não é lícito, por exemplo, espiar aquela prima bonita trocando de roupa pelo buraco da fechadura e nem bisbilhotar o apartamento do prédio vizinho com um binóculo. Xereta, enxerido, intruso, bicão e chato de galocha são alguns nomes com os quais se xinga, merecidamente, quem gosta de espionar a vida alheia.
Como a igreja pregava o amor ao próximo
Durante a atuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram desenvolvidos ao longo dos anos. Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados àqueles que provavelmente seriam condenados à morte.
Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aque- cidas. Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satã e práticas obscenas. Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel.Os inquisidores utilizavam-se de diver- sos recursos para extrair confissões ou "comprovar" que o acusado era feiticeiro. Segundo registros, as vítimas mulheres eram totalmente depiladas pelos tortura- dores que procuravam um suposto sinal de Satã, que podia ser uma verruga, uma mancha na pele, mamilos excessivamente enrugados (neste caso, os mamilos re- presentariam a prova de que a bruxa "amamentava" os demônios) etc. Mas este sinal poderia ser invisível aos olhos dos torturadores. Neste caso, o "sinal" seria uma parte insensível do corpo, ou uma parte que se ferida, não verteria sangue. Assim, os torturadores espetavam todo o corpo da vítima usando pregos e lâminas, à procura do suposto sinal. De uma forma geral, as execuções eram realizadas em praças públicas e tornava-se um evento onde nobres e plebeus deliciavam-se com a súplica das torturas e, conseqüentemente, a execução das vítimas. Atualmente, há dispostos em diversos museus do mundo, ferramentas e aparelhos utilizados para a tortura.
Roda de despedaçamento

Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.
Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.
Dama de Ferro

A dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.

Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.
Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.
Dama de Ferro

A dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.
12 de ago. de 2011
11 de ago. de 2011
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